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terça-feira, 3 de maio de 2011

Características das 3 gerações





O romantismo seria dividido em 3 gerações:

• 1ºgeração — As características centrais do romantismo viriam a ser o lirismo, o subjetivismo, o sonho de um lado, o exagero, a busca pelo exótico e pelo inóspito de outro. Também destacam-se o nacionalismo, presente da colectânea de textos e documentos de caráter fundacional e que remetam para o nascimento de uma nação, fato atribuído à época medieval, a idealização do mundo e da mulher e a depressão por essa mesma idealização não se materializar, assim como a fuga da realidade e o escapismo. A mulher era uma musa, ela era amada e desejada mas não era tocada.
A primeira geração (nacionalista–indianista) era voltada para a natureza, o regresso ao passado histórico e ao medievalismo. Cria um herói nacional na figura do índio, de onde surgiu a denominação de geração indianista. O sentimentalismo e a religiosidade são outras características presentes. Entre os principais autores podemos destacar Gonçalves de Magalhães, Gonçalves Dias e Araújo Porto Alegre. Gonçalves de Magalhães foi o introdutor do Romantismo no Brasil. Obras: Suspiros Poéticos e Saudades. Gonçalves Dias foi o mais significativo poeta romântico brasileiro. Obras: Canção do exílio, I-Juca-Pirama. Araújo Porto Alegre fundou com os outros dois a Revista Niterói-Brasiliense


Entre as principais características da primeira geração romântica no Brasil estão: o nacionalismo ufanista, o indianismo, o subjetivismo, a religiosidade, o brasileirismo (linguagem), a evasão do tempo e espaço, o egocentrismo, o individualismo, o sofrimento amoroso, a exaltação da liberdade, a expressão de estados de alma, emoções e sentimentalismo.


• 2ºgeração — Eventualmente também serão notados o pessimismo e um certo gosto pela morte, religiosidade e naturalismo. A mulher era alcançada mas a felicidade não era atingida.
A segunda geração, também conhecida como Byroniana e Ultra-Romantismo, recebeu a denominação de mal do século pela sua característica de abordar temas obscuros como a morte, amores impossíveis e a escuridão.

Entre seus principais autores estão Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela, Junqueira Freire e Pedro de Calasans. Álvares de Azevedo fazia parte da sociedade epicuréia destinada a repetir no Brasil a existência boêmia de Byron. Obras: Pálida à Luz, Soneto, Lembranças de Morrer, Noite na Taverna. Casimiro de Abreu escreveu As Primaveras, Poesia e amor, etc. Fagundes Varela, embora byroniano, já tinha em sua poesia algumas características da terceira geração do romantismo. Junqueira Freire, com estilo dividido entre a homossexualidade e a heterossexualidade, demonstrava as idiossincrasias da religião católica do século XIX.

Já as principais características da segunda geração foram o profundo subjetivismo, o egocentrismo, o individualismo, a evasão na morte, o saudosismo (lamentação) em Casimiro de Abreu, por exemplo, o pessimismo, o sentimento de angústia, o sofrimento amoroso, o desespero, o satanismo e a fuga da realidade.
Por fim há a terceira geração, conhecida também como geração Condoreira, simbolizada pelo Condor, uma ave que costuma construir seu ninho em lugares muito altos e tem visão ampla sobre todas as coisas, ou Hugoniana, referente ao escritor francês Victor Hugo, grande pensador do social e influenciador dessa geração.


Os destaques desta geração foram Castro Alves, Sousândrade e Tobias Barreto. Castro Alves, denominado "Poeta dos Escravos", o mais expressivo representante dessa geração com obras como Espumas Flutuantes e Navio Negreiro. Sousândrade não foi um poeta muito influente, mas tem uma pequena importância pelo descritivismo de suas obras. Tobias Barreto é famoso pelos seus poemas românticos.

As principais características são o erotismo, a mulher vista com virtudes e pecados, o abolicionismo, a visão ampla e conhecimento sobre todas as coisas, a realidade social e a negação do amor platônico, com a mulher podendo ser tocada e amada.

Essas três gerações citadas acima, apenas se aplicam para a poesia romântica, pois a prosa no Brasil, não foi marcada por gerações, e sim por estilos de textos - indianista, urbano ou regional - que aconteceram todos simultaneamente.

No país, entretanto, o romantismo perdurará até à década de 1880. Com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, por Machado de Assis, em 1881, ocorre formalmente a passagem para o período realista.



• 3ºgeração — Por fim há a terceira geração, conhecida também como geração Condoreira, simbolizada pelo Condor, uma ave que costuma construir seu ninho em lugares muito altos e tem visão ampla sobre todas as coisas, ou Hugoniana, referente ao escritor francês Victor Hugo, grande pensador do social e influenciador dessa geração.


Os destaques desta geração foram Castro Alves, Sousândrade e Tobias Barreto. Castro Alves, denominado "Poeta dos Escravos", o mais expressivo representante dessa geração com obras como Espumas Flutuantes e Navio Negreiro. Sousândrade não foi um poeta muito influente, mas tem uma pequena importância pelo descritivismo de suas obras. Tobias Barreto é famoso pelos seus poemas românticos.

As principais características são o erotismo, a mulher vista com virtudes e pecados, o abolicionismo, a visão ampla e conhecimento sobre todas as coisas, a realidade social e a negação do amor platônico, com a mulher podendo ser tocada e amada.

Essas três gerações citadas acima, apenas se aplicam para a poesia romântica, pois a prosa no Brasil, não foi marcada por gerações, e sim por estilos de textos - indianista, urbano ou regional - que aconteceram todos simultaneamente

Seria a fase de transição para outra corrente literária, o realismo, a qual denuncia os vícios e males da sociedade, mesmo que o faça de forma enfatizada e irónica (vide Eça de Queiróz), com o intuito de pôr a descoberto realidades desconhecidas que revelam fragilidades. A mulher era idealizada e acessível.









Romantismo em Portugal



O Romantismo em Portugal surgiu no século XIX. Nas artes plásticas o Romantismo é normalmente encarado como um movimento oposto ao Neoclassicismo, por ser uma reacção à excessiva racionalidade clássica, negando os princípios de harmonia, ordem e proporção. A questão é, no entanto, um pouco mais complexa, porque ambos se completam e revelam ser as duas fases de um mesmo objecto. É obvio que existem elementos díspares ou mesmo opostos, como sentimento e razão ou o indivíduo versus o todo, mas essas diferenças complementam-se, principalmente nas artes plásticas, porque o movimento neoclássico já é uma atitude romântica ao virar-se para o passado. Quer dizer, o todo só faz sentido com o indivíduo, tal como a razão é inseparável do sentimento, não se podendo por a tónica em nenhuma porque estão interligadas. Nesse sentido o Romantismo surge nas artes quase naturalmente quando os artistas se apercebem da impossibilidade de negar certos aspectos da criatividade humana. Pode, então, ser caracterizado como um apelo ao individualismo, exaltando o sentimento, a emoção e a genialidade
 


Como coincide com uma época de grandes modificações sociais, políticas e económicas, assume forte carga ideológica, sustentada pelo surgimento dos movimentos de carácter nacionalista, como a guerra de independência da Grécia. A revolução industrial, e todos os problemas que a caracterizam, também influenciam esta época. O Romantismo utiliza as inovações técnicas e torna-se uma verdadeira fuga ao real, como se pode ver nos revivalismos, orientalismos e jardins à inglesa, um pouco por toda a Europa. Tal como o Neoclassicismo vira-se para o passado, mas agora valorizando a Idade Média e os estilos artísticos que a caracterizam, utilizando-os como reflexo dos nacionalismos emergentes – Portugal elege o Neomanuelino estilo nacional. O desenvolvimento da história como importante disciplina académica e a moda dos romances de cavalaria, desenrolando-se numa Idade Média idílica, ajudam a popularizar os historicismos medievais.

domingo, 1 de maio de 2011

Here comes ... autumn







Here comes ... autumn







O mundo urbano nos afasta da natureza?




Gostaríamos que você refletisse um pouquinho sobre as questões a seguir:

Com que frequencia você faz essas atividades? Clique aqui para ampliar


Quantas vezes por semana você olha para o céu para observar as estrelas e a lua? Anda descalço na grama? Pega uma fruta de uma árvore? Ajuda a cuidar da horta da sua casa? Nada ou corre na praia? Cuida de um animal ou de uma criação? Pesca num rio ou num lago? Cuida de flores do jardim? Toma banho (de propósito) de chuva?
As pessoas que vivem no meio rural ou que moram no litoral, ainda têm o prazer de estar perto da natureza, já quem vive na “loucura” das grandes cidades... Parecem que nem percebem que existe céu, terra, água ou outras formas de vida...
Essas cenas são comuns na sua vida?
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Infelizmente, é cada vez mais comum encontrarmos pessoas que não têm a mínima afinidade pela natureza ou pessoas que gostam de estar perto dela, nas horas de lazer, mas que não conseguem, por causa dos tantos afazeres do dia-a-dia.
Com tantas inovações científicas e tecnológicas, presentes nesse nosso mundo que criamos, o mundo urbano, parece que as pessoas não têm mais tempo para curtir essa Terra tão querida e tão bonita.
O pior de tudo é que quando o ser humano se afasta da natureza, ele deixa de se preocupar com ela e isso já nos trouxe tantos problemas...
Infelizmente, há poluição em tudo quanto é parte do mundo!
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É poluição para tudo quanto é canto. Aquecimento global, poluição do ar e destruição da camada de ozônio na atmosfera; são agrotóxicos e o lixo no solo; é esgoto e restos industriais na água... Sem falar no tanto de material que é retirado da natureza (e que, muitas vezes, não são renováveis) para fazer automóveis, móveis, equipamentos eletrônicos, combustíveis, fármacos, eletrodomésticos e tudo mais que está presente no nosso mundo urbano.
Toda essa sujeira e este desgaste fazem com que o nosso mundo fique cada vez pior e como não queremos ver cenas como as apresentadas na animação acima, nos afastamos mais e mais... Parece que cada qual vive sua própria vida sem se importar com as outras pessoas e as futuras gerações.
Todos temos que fazer a nossa parte para vivermos num mundo melhor! Recicle! Reutilize! Curta mais a natureza!
Portanto, é preciso mudar. Pois o planeta não aguentará. É preciso sim se desenvolver, mas sustentavelmente.
É necessário também que todos, sem exceção, se aproximem da natureza e cuidem bem dela. Pois nosso futuro depende do ambiente. De nada adianta termos televisões e computadores de última geração em água e não termos água para beber. Pense também nisso.

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sexta-feira, 29 de abril de 2011




Alfredo da Rocha Viana Filho, conhecido como Pixinguinha, (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973) foi um flautista, saxofonista, compositor, e arranjador brasileiro.
Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, contribuiu diretamente para que o choro encontrasse uma forma musical definitiva.
Era filho do músico Alfredo da Rocha Viana, funcionário dos correios, flautista e que possuía uma grande coleção de partituras de choros antigos.[1] Pixinguinha aprendeu música em casa, fazendo parte de uma família com vários irmãos músicos, entre eles o China (Otávio Viana). Foi ele quem obteve o primeiro emprego para o garoto, que começou a atuar em 1912 em cabarés da Lapa e depois substituiu o flautista titular na orquestra da sala de projeção do Cine Rio Branco. Nos anos seguintes continuou atuando em salas de cinema, ranchos carnavalescos, casas noturnas e no teatro de revista.Pixinguinha integrou o famoso grupo Caxangá, com Donga e João Pernambuco. A partir deste grupo, foi formado o conjunto Oito batutas, muito ativo a partir de 1919. Na década de 1930 foi contratado como arranjador pela gravadora RCA Victor, criando arranjos celebrizados na voz de cantores como Francisco Alves ou Mário Reis. No fim da década foi substituído na função por Radamés Gnattali. Na década de 1940 passou a integrar o regional de Benedito Lacerda, passando a tocar o saxofone tenor. Algumas de suas principais obras foram registradas em parceria com o líder do conjunto, mas hoje se sabe que Benedito Lacerda não era o compositor, mas pagava pelas parcerias.
Quando compôs "Carinhoso", entre 1916 e 1917 e "Lamentos" em 1928, que são considerados alguns dos choros mais famosos, Pixinguinha foi criticado e essas composições foram consideradas como tendo uma inaceitável influência do jazz, enquanto hoje em dia podem ser vistas como avançadas demais para a época. Além disso, "Carinhoso" na época não foi considerado choro, e sim uma polca.[carece de fontes?] Outras composições, entre centenas, são "Rosa", "Vou vivendo", "Lamentos", "1 x 0", "Naquele tempo" e "Sofres porque Queres".
No dia 23 de abril comemora-se o Dia Nacional do Choro, trata-se de uma homenagem ao nascimento de Pixinguinha. A data foi criada oficialmente em 4 de setembro de 2000, quando foi sancionada lei originada por iniciativa do bandolinista Hamilton de Holanda e seus alunos da Escola de Choro Raphael Rabello.
Pixinguinha faleceu na igreja de Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, quando seria padrinho de um batizado. Foi enterrado no Cemitério de Inhaúma.







AMOR ATUAL








O ideal de um casal moderno é se curtir mutuamente. Um não depende do outro pra sobreviver.
Quando ambos descobrem que isso é possível, perdem o medo de serem abandonados e crescem juntos no convívio amoroso.
O homem faz de tudo pra tornar o mundo moderno e, depois, ao ver o mundo mudado, fica perplexo, apavorado, amargurado porque “nada é mais como antigamente”.
É preciso mudar junto com o mundo. Acompanhar a evolução e entrar neste mundo novo, no qual todos nós temos uma participação, nem que seja ínfima.
Dizem que o amor está ficando menos romântico e se tornando mais cabeça, mais prático, a cada dia.
Mas todo mundo quer praticidade pra resolver os problemas do dia-a-dia. Ensinamos aos nossos filhos e aos netos que o ideal é não complicarmos as coisas.
E muitas vezes são eles que nos dizem que “precisamos desencanar e ser menos enrolados ...” Enfim, que precisamos ser mais práticos.

ENTENDENDO O AMOR ATUAL

O romantismo não acabou. O que está acabando é o sonho infantilizado do príncipe encantado, que surge pra fazer a felicidade da mulher pura e pronta pra servir ao seu amo, na mesa e na cama. O príncipe encantado ficou lá no lugar dele, nas histórias da carochinha... “carochinha!?”
Esse tipo de mulher está em extinção.
As atuais buscam realização financeira e alguém que satisfaça os seus desejos afetivos e econômicos, não necessariamente nesta ordem.
O casamento passou a ser pensado, avaliado e pesado na balança. E nós não devíamos rejeitar estas mudanças. A maioria dos casamentos da nossa geração, realizados por volta dos anos 60, fracassou.
É muito raro encontrar alguém daquele tempo, que ainda esteja vivendo com a mesma pessoa do primeiro casamento. E mais raro ainda quem se diga feliz com isso. Portanto, nós, que sofremos as imposições daquela época, não podemos continuar a cometer os mesmos erros e ainda recriminar aqueles que não aceitam seguir os nossos velhos hábitos.
PRECISAMOS NOS ATUALIZAR

Quando começamos a envelhecer sentimos medo da solidão. Mas na maioria das vezes são os próprios idosos que se isolam e acabam ficando sozinhos, porque rejeitam os novos costumes.
Os jovens se queixam de falta de tempo. Vivem correndo... Quem vai querer perder tempo com um “velho implicante” que só abre a boca pra “detonar”?
Vamos mudar isso, escutando, de olhos e ouvidos bem abertos, o que os nossos filhos e netos, e os amigos deles, têm a nos dizer. Precisamos entender os tempos atuais pra não ficarmos por fora deste mundo novo.

Na época atual, a parceria é a palavra do momento. A moda agora é compartilhar. É isso que precisamos aceitar!
E quem sabe, adaptar o que for possível às nossas vidas?
As chances de sucesso neste tipo de casamento são bem mais prováveis. Sucesso no sentido de trazer felicidade, de comunhão entre as partes.
O ideal é compreender que não deve existir a parte fraca que se anula pra conseguir a harmonia do casal. Cada qual precisa ter consciência de que tem seu lado forte, que precisa respeitar e dar apoio ao lado fraco do outro.

MUNDO ATUAL


A mulher trabalha em altos postos, antes destinados exclusivamente aos homens.
A maioria das mulheres, incluindo as vovós, estão dividindo as despesas.
O homem, seja pai ou avô, lava prato, troca fraldas, tarefas estas inimagináveis, consideradas uma desonra aos verdadeiros machos de antigamente e às “Amélias”, que só se preocupavam com a casa e a comida.
Sei que muitas de nós, daquela época, não fizemos parte desse bloco. Mas sei também que uma grande maioria abriu mão do emprego, pra cuidar da casa e dos filhos.
E hoje se queixam de sentirem um vazio, porque os filhos cresceram, tomaram seus rumos, e muitos maridos também partiram pra outras aventuras ou oportunidades.
Quantas quebraram a cara? Perderam o marido e o poder aquisitivo! Hoje ninguém deseja isso a uma filha. Querem que ela se forme e arranje um bom emprego. E torcem o nariz se o filhão arrumar uma namorada que não trabalhe.
Todas as atitudes modernas e práticas são frutos de uma nova concepção de vida, da necessidade de cada um lutar pela independência financeira e, juntos, contribuírem pro êxito econômico da família.
Os hormônios masculinos e femininos se completam pela força do instinto de sobrevivência, formando a tal da parceria.


INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

A independência financeira da mulher ajuda muito nas uniões que se nutrem mais de amor, de desejo, de respeito, do que de necessidade financeira e emocional.
A mulher que se paga, se sustenta, geralmente tem a auto-estima mais elevada.
E se ela for emocionalmente equilibrada, vai procurar alguém que lhe traga satisfação amorosa. Ela não precisa de marido; ela deseja encontrar alguém que compartilhe interesses, que discuta sobre diversos assuntos. Tudo bem diferente do nosso tempo.
O ideal de um casal moderno é se curtir mutuamente. Um não depende do outro pra sobreviver.
Quando ambos descobrem que isso é possível, perdem o medo de serem abandonados e crescem juntos no convívio amoroso.
A luta pela individualidade veio pra ficar.
Ninguém pode confundir individualidade, que significa unicidade, atributos que distinguem os indivíduos, com egoísmo, que é um sentimento que domina uma mente sofredora, exclusivista.
O egoísta se coloca como o ponto de referência a tudo. Ele se abastece dos predicados do outro, tanto na parte financeira quanto na afetiva.



EM QUALQUER IDADE

Saber viver juntos e de forma individual é quando ambos são capazes de ficar sozinhos, sem se sentirem excluídos, quando um ou outro busca o isolamento.
Com o amadurecimento descobre-se como é importante ficar sozinho. Como é útil o silêncio da solidão pra se fazer uma faxina na mente, analisando e julgando as atitudes, buscando o equilíbrio, o melhor do seu eu.
Vamos deixar que o amor dos jovens evolua sem a nossa influência retrógrada.
E, por que não, observá-los e até aprender com eles uma nova maneira de amar: mais verdadeira, mais prática, menos idealizada e, por isso mesmo, ao contrário do que aparenta, muito mais romântica?
O amor atual visa à doação. Doar é se dar sem esperar nada em troca, pelo simples desejo de saber o outro feliz.
Não existe subtração. Nesta filosofia entre seres que se doam para a construção de uma vida feliz, existe soma.

Maria de Lourdes Micaldas



Essa é para todos que quiserem participar.....
-Após a leitura do texto , pensando na escola literária da fase ROMÂNTICA: na sua opinião,quais as vantagens e desvantagens em relação ao romântico contemporâneo?